A estilista sempre foi muito criativa, mas ela tem a mão pesada para referências do universo japonês. Pudera, já que de lá vêm suas origens. Mas as peças acabavam ficando marcadas demais. Depois de uma, duas ou três coleções a brincadeira de origamis e as influências esgotaram-se.
Neste verão, Érika propõe algo mais leve com menos referências orientais. Um mix que vem mais gostoso de ver e vestir. A coleção ainda é muito criativa o que dificulta sua comercialização.
Infelizmente, vivemos em um mundo capitalista onde é preciso vender para conseguir produzir mais e vender mais. Tem que fazer a roda girar e quando se está dentro de um SPFW espera-se que marcas e estilistas tenham (ou adquiram) esse faro comercial também. Falta isso para Érika deslanchar. Só.