Ao contrário da última coleção de inverno, que veio carregada de ícones do universo Sommer, o estilista abandona (finalmente!) as idéias, inspirações e formas do passado e dá um ponta pé mais que necessário em sua marca.
Depois de muitos e muitos desfiles super esteriotipados, Marcelo acerta a mão e consegue mesclar produto com jeito Sommer de ser. A coleção é muito boa.
É repleta de ótimos vestidos, todos curtos, e boas calças e bermudas masculinas. As estampas retrôs dão lugar à cor limpa, em seu estado natural de beleza. Só surge o xadrez, mas revigorado. Nada de xadrez com cara de poltrona de vovó. Uma coleção concisa, bem editada e muito bem trabalhada.