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Já virou um clássico dos desfiles do estilista Jefferson Kulig releases que falam sobre ciência, matemática, física e tralalá. Na passarela, também já é clássico ver esse mesmo universo tentando ser roupa e moda. Vira uma explosão espacial que se perde no infinito.
Na passarela, confesso que me surpreendi desta vez. Calma. Surpreendi porque não teve aquele abuso de loucuras e coisas inusáveis que ele tanto gosta de fazer.
Foi mais pé no chão, mais vendável. Talvez seja uma forma de começar a mudar a fórmula da equação e fazer moda pra vender, sem deixar de ser um criador.