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Logo na manhã deste sábado fashionistas foram à Bienal assistir ao desfile de Waldemar Iódice. Ao contrário de outras marcas grandes, o estilista não apostou no esporte-chique como coringa da estação. Manteve o pé apenas no estilo chique, mas levemente descontraído.
Os vestidos vieram curtos e balonês. Alguns com torções e amarras, outros apenas com um ombro só e muito decote. As cores são vibrantes e harmonizam com tons de bege e creme.
O tecido é o cetim de seda que ajuda a pintar as linhas da artista Sonia Delaunay, em quem Waldemar se inspirou. A coleção é boa, correta, sem grandes novidades, mas acertada. Isso é bom.