
Dois ícones abriram e fecharam este dia. O primeiro, Reinaldo Lourenço, um favorito das elegantes paulistanas, apostou nos caubóis, o que rendeu maravilhas em desenhos feitos com sutaches e aviamentos, recortes ou aplicações, tiradas do desenho das botas texanas.
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» Veja fotos do desfile da Uma
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» Veja fotos do desfile de Lino Villaventura 
O último, Lino Villaventura, eterno artista de ateliê que reinventa tecidos e cria livre das ondas do momento porque o tempo dele é outro. Virou uma obrigação assistir ao seu show, ainda que muita gente demore a aceitar as elaboradas criações. Ninguém assume posição contrária a este talentoso estilista. A moda precisa do sonho, do ideal e do nada comercial.
Mas o evento precisa de todas as manifestações de estilo. A Uma representou o lado comercial, com louvor. Rosas urbanas reforçaram a força das flores estilizadas no inverno.
E a Triton fez barulho com as meninas assanhadas, com cardigãs e vestidinhos curtos, em revisão do velho estilo College.
Nesta temporada de pouca moda masculina, Mario Queiroz acertou na argumentação de graphic novels e um toque de filme noir para convencer os homens a aderirem ao roxo e aos blusões de verniz preto.
Iesa está na área da moda desde o final dos anos 60, quando começou no Jornal do Brasil como
ilustradora. Passou à produção e redação nos anos 70. Trabalhou na revista Desfile, na sucursal das femininas da Editora Abril
em 80, mas voltou ao JB como editora da revista Domingo.
Há 12 anos abriu o site www.estiloiesa.com.br e em 2001 criou o curso de Jornalismo de Moda no Senac Rio, que já está na sétima turma.