| Reinaldo Marques/Terra |
 Marcelle Bittar leva glamour à passarela da Osklen |
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Oskar Metsavaht, da Osklen, relembrou o Jardim de Dom João VI, o hotel Copacabana Palace dos anos 50 e o Arpoador dos anos 70 em clara homenagem à Cidade Maravilhosa em seus tempos áureos. O corte veio seco e elegante para marcar as datas e cedeu espaço à amplitude apenas de vestidos plissados e longos para um entardecer descompromissado.
» Fotos do desfile 
» Veja trecho do desfile 
Nos tecidos, muita malha, algodão, chambray, nylon, chamois, tafetá e seda em tons de gelo - predominante -, amarelo, rosa, azul, verde, preto, bege e ouro. As estampas exploram listras, paisagens da cena carioca e um pouco de flores porque, afinal, é verão.
Os macaquinhos anos 50 vêm acompanhados de lenços na cabeça e um pouco de volume em plissados. A onda nostálgica segue com cintura altíssima em shorts e calças com corte cigarrete para alongar a silhueta.
A cintura aparece marcada por corpetes, laços e pelo próprio corte das peças. O tomara-que-caia é outro trunfo da estação e aparece em biquínis, tops e vestidos. O beachwear, aliás, é comportadíssimo e vintage. As calcinhas dos biquínis imitam o corte americano e cobrem tudo, tudo mesmo.
Para os homens, shorts com pequenos volumes, regatas cavadas e justas, calça cigarrete ou ampla com cós alongado, camisas estampadas com folhas, bermudas utilitárias e um pouco de casaquinhos secos.
Na primeira fila, Marília Gabriela, Jorge Ben Jor, Felipe Folgosi, Theodoro Cocrane e Daniela Scobar viram a apresentação, que começou com mais de uma hora de atraso.
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