| Reinaldo Marques/Terra |
 A top Letícia Birkheuer desfilou com um longo bordado |
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Os anos 50 são a década da vez e, assim, conferem um forte romantismo às coleções, revelando uma mulher cada vez mais feminina. O frescor e a leveza das peças (e da própria mulher) são características marcantes mesmo no inverno.
Blusas leves combinadas com saias evasês e, principalmente, em corte A, com cintura alta e marcada e barra mais larga, é um dos looks mais explorados pelos estilistas nesta temporada. Mas a retomada da época é baseada no soft vintage, ou seja, tudo muito referência, sem parecer um figurino de teatro ou cinema ou mesmo peça de brechó (roupas de época não são proibidas, mas não são a proposta dos estilistas).
Um dos designers que mais explorou a década de ouro foi Samuel Cirnansck: saias, vestidos, casaquinhos com mangas bufantes, transparências, pedrarias e brilhos extrapolam a feminilidade da mulher.
Carlos Tufvesson pisou fundo na sedução ao apostar em lingerie para mostrar a forma do corpo feminino. Já Huis Clos deu seqüência a trabalhos anteriores, mas com toques vintage. A marca mostrou sensualidade, amarrações e tecidos com texturas e cortes especiais.
Lino Villaventura também apresentou mulheres românticas e muita sofisticação com sobreposições, lacinhos, cortes, recortes e transparências para apimentar a coleção.
Os anos 70 voltaram às coleções por meio de novas concepções de hippies e ciganos, com batas, decotes em V e uma certa psicodelia em algumas estampas.
Os anos 80 ainda dão o ar da graça em coletes, polainas e cores fortes. A década foi vista em peças criadas por Zapping, Ellus masculino (cores, estampas, anéis), Neon (praticamente toda coleção), Rosa Chá (vestimentas como as usadas para esportes e nas academias do anos 80 + Dancing Days).
Veja fotos dos desfiles:
Samuel Cirnansck
Carlos Tufvesson
Lino Villaventura
Zapping
Ellus masculino
Neon
Rosa Chá
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