
Atualizada às 09h42
Um final festivo e criativo, claro. Se é Lino, é original, como ele tem sido há 30 anos de atividade na moda brasileira. Para seu currículo de temas, acrescentou estes robôs multicoloridos, nervurados, montados em bicos e pontas.
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Os círculos raiados de fios metalizados unidos formam camadas transparentes sobre vestidos em sedas e tafetás; plissados falsos e verdadeiros são o que se viu menos elaborado, desde que não se pense nas preciosas alças fininhas, de cristais.
As roupas são obras de arte, completadas pelo visual criado para as modelos. Caracterizadas como robôs coloridos, tinham cabeças decoradas com fibras óticas luminosas e dezenas de formas que davam um tom de brinquedo de corda.
Dos antigos japoneses, uma visão diferente de tudo o que foi visto nesta semana de homenagem aos imigrantes orientais. Afinal, é Lino Villaventura, uma escolha perfeita para o final do evento.
Iesa está na área da moda desde o final dos anos 60, quando começou no Jornal do Brasil como ilustradora. Passou à produção e redação nos anos 70. Trabalhou na revista Desfile, na sucursal das femininas da Editora Abril em 80, mas voltou ao JB como editora da revista Domingo.
Há 12 anos abriu o site www.estiloiesa.com.br e em 2001 criou o curso de Jornalismo de Moda no Senac Rio.
Especial para Terra
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Marcio Madeira/Especial para Terra
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