
Atualizada às 00h31
Pelo menos isto era a promessa da apresentação da Animale. Custo a crer que são frágeis as mulheres que usam as jaquetas cinturadas, de ombros marcados, com volumes moldados a vácuo. Ou que são tímidas as que saírem de casa com as calças feitas em tecidos termocrômicos, que alteram a cor em função da temperatura do corpo.
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No mínimo, são insinuantes as que preferem os macacões como o da Raquel Zimmermann, cheio de convidativos fechos, prontos para serem abertos. Se há algum ponto de fragilidade nostálgica, é expresso pelos cinturões-corseletes.
Pouco importa a intenção ou a promessa, na passarela, a Animale ainda mostra a poderosa, sem medo de nada. Nem de lançar moda audaciosamente curta, transparente e nada frágil.
Iesa está na área da moda desde o final dos anos 60, quando começou no Jornal do Brasil como ilustradora. Passou à produção e redação nos anos 70. Trabalhou na revista Desfile, na sucursal das femininas da Editora Abril em 80, mas voltou ao JB como editora da revista Domingo.
Há 12 anos abriu o site www.estiloiesa.com.br e em 2001 criou o curso de Jornalismo de Moda no Senac Rio.
Especial para Terra
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Márcio Madeira/Especial para Terra
Animale faz moda para a mulher poderosa
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