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Moda
Sexta, 31 de julho de 2009, 11h12  Atualizada às 12h17
Estilistas criam, a pedido do Terra, máscaras contra a gripe suína
 
Rosana Ferreira
 
Divulgação
A peça de Victor Dzenk vem com uma frase que representa a revolta
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A convite do Terra, cinco estilistas criaram croquis de máscaras usadas para evitar a gripe suína, um problema de saúde pública que está na pauta do dia. A ideia é mostrar a livre interpretação de profissionais de criação para o problema e alertar a população de forma irreverente. As mensagens vão das bem-humoradas às mais sérias, passando por uma opção para baladas.

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"Chega de epidemias, pandemias, baixarias e impunidade. Para criar a máscara pensei em tudo que nos faz mal e no quanto todos nós, cidadãos, deveríamos externar nossas revoltas", diz o estilista Victor Dzenk, do Rio de Janeiro, cuja máscara estampa "Stop Influenza A".

Mais suave, a proposta do estilista Walério Araújo, de São Paulo, contempla aqueles que não abrem mão de uma boa festa. Segundo sua criação - uma máscara de seda, com aplicações de cristais e fitas de cetim -, é possível ser fashion mesmo com a ameaça da gripe suína.

A jovem estilista carioca Carol Hungria, especializada em noivas e festas sob medida, inspirou-se nas flores que costuma criar para seus vestidos. "Pensei numa máscara com flores vaporosas e ao mesmo tempo com cores neutras para combinar com mais roupas", diz.

Divertida, alegre e colorida é a proposta da estilista Janaina Gradvhol, da grife de calçados e acessórios Guapa Loca, do Rio de Janeiro. "Como os primeiros casos da gripe suína vieram do México, me inspirei nas cores caribenhas", diz ela.

Flavio Filardi, da marca TuA, ficou empolgado com a ideia e criou dois croquis. "Utilizei imagens de uma celebridade (Lou Reed) e de uma banda (Sonic Youth) do mundo do rock, por curtir o estilo, para transmitir a mensagem sobre a importância de se amar e, consequentemente, de se cuidar", explica.

A criação dos sócios da grife masculina Zapälla, João Gaspar Bastos, José Eduardo Souza Aranha e Mario Velloso, seguiu a tradição das frases de efeito presentes em suas coleções. "Em toda coleção lançamos algumas dessas frases em t-shirts que acabam virando hit entre nossos clientes e amigos. Ao tratar de um assunto como a gripe A decidimos fazer o mesmo e criar uma frase que tornasse menos deprimente e assustadora essa pandemia." A frase é "How big is your pig", algo como "Quanto grande é seu porco".

Máscara protege?
Na dúvida, muitos têm aderido ao acessório. É sabido que o vírus Influenza A (H1N1) circula entre os brasileiros, ou seja, não só as pessoas que viajaram para o exterior ou tiveram contato com quem viajou precisam tomar cuidado. Isso significa que o vírus é transmitido por qualquer pessoa dentro do Brasil.

Quer dizer que a máscara vai começar a fazer parte do dia-a-dia? O Ministério da Saúde recomenda em seu site o uso da máscara para os agentes de saúde que lidam com a gripe A e para pacientes contaminados por influenza A (H1N1) desde o momento da identificação da suspeita da infecção até a chegada ao local de isolamento.

Os especialistas afirmam que é possível evitar em 70% a 80% a transmissibilidade do vírus influenza A (H1N1). No entanto, o acessório deve ser usado corretamente para que sua eficácia não seja comprometida. Por exemplo: espirrar enquanto usa a máscara faz com que ela fique molhada e perda sua função. E deve ser trocada sempre que tiver contato alguém contaminado.

Mas a melhor maneira de evitar a propagação da nova gripe é seguir as recomendações básicas do Ministério da Saúde, como utilizar lenço descartável durante o espirro ou a tosse e jogá-lo fora imediatamente, além de lavar as mãos com água e sabão. É aconselhável também ficar em casa e, se não for possível, evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas.
 
Especial para Terra