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Moda
Quarta, 1 de julho de 2009, 15h30  Atualizada às 16h01
Ricardo Almeida lança linha mais barata para homens
 
Rosângela Espinossi
 
Divulgação
O estilista Ricardo Almeida lança coleçã de camisas mais baratas
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O estilista Ricardo Almeida está lançando a linha Ricardo Almeida Office, que será comercializada em algumas multimarcas em todo o Brasil a partir de agosto, com preços mais acessíveis ao consumidor. Uma camisa do estilista com a nova etiqueta pode sair entre R$160 e R$300, feitas com algodão super 120 (um dos melhores fio para fazer camisas). No começo serão 50 modelos de camisa e mais 72 de gravatas, que custarão em torno de R$150. Na marca tradicional Ricardo Almeida, a camisa custa a partir de R$470 e, dependendo do tecido, pode sair em média, R$650. As gravatas, R$440.

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As peças Office chegam em cores mais básicas, como branca, vários tons de azul, lilás, rosa, gelo e as trabalhadas. "Sempre mais clássicas, facilitando a combinação com as gravatas de padrões mais fortes", revela Almeida, ao lembrar que o pior erro que um homem pode cometer ao se vestir é usar uma roupa maior que seu verdadeiro tamanho, "deixando-o com uma aparência maior do que ele realmente é".

Ele lembra que a partir de outubro, estarão disponíveis também ternos, blazers e costumes da linha Office. Está nos planos do estilista a abertura de duas lojas Ricardo Almeida Office em São Paulo e, até o final de 2010, a inauguração de 20 franquias em praças estratégicas de todo o País. Entre as capitais atendidas a partir de agosto, estão Brasília (loja Magrella); Cuiabá (Corpo e Arte Homem), Belo Horizonte (Tribeca), Curitiba (Capuani Uomo) e Recife (Dona Santa).

O objetivo é alcançar um público formado por profissionais liberais, executivos e jovens empreendedores. "Quero ir ao encontro do homem que só consumiria a minha marca anos mais tarde e hoje não tem uma opção nacional com um padrão de qualidade a um custo acessível", explica. O desejo de lançar uma linha mais barata, mantendo os padrões de qualidade e modelagem Ricardo Almeida, diz ele, é muito antigo. "Penso nisso há alguns anos, mas só agora foi possível viabilizar", respondeu o estilista, ao ser questionado se a crise econômica iniciada em 2008 de alguma forma o influenciou para criar a nova marca.
 
Especial para Terra