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Sábado, 30 de maio de 2009, 17h15 Atualizada às 18h10 Luz delicada pontua roupa do No Hay Banda |
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Rosângela Espinossi |
| Paulo Reis/Divulgação |
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| No Hay Banda levou delicadeza extrema à passarela |
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Uma delicadeza extrema e total marcou a coleção do coletivo No Hay Banda, das estilistas Claudia Mine, Bruna Santini e Juliana Roso. Inspiradas nas teorias sobre luz e no trabalho da viedoartista brasileira Betty Leirner, as garotas criaram peças curtas, com sutis sobreposições e leves drapeados, franzidos e pregas, em tecidos como jeans, sarjas e malhas levíssimos, complementados por sedas.
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Foi uma profusão de meninas com vestidos, bermudinhas ou shorts que ganham cavas amplas e ganchos larguinho, mas não muito baixo, e recortes em lugares inusitados. Tons pastel, do amarelinho ao lilás, passando por rosáceos e verdes ou perolados coloriram a cartela de cores.
Estampas delicadas apareciam de forma inesperada, como no vestido plissado de tecido brilhante, em que o forro fica à mostra por meio de uma abertura atrás revelava pequenos desenhos em tons mais fortes.
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Especial para Terra
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