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Moda
Quinta, 19 de fevereiro de 2009, 13h03 
Dupla de apresentadores dá aula sobre estilo
 
Lika Rodrol
 
Divulgação
Isabella Fiorentino e Arlindo Grund darão dicas de estilo na próxima atração do SBT, Esquadrão da Moda
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Ela é consultora de imagem e ele é o stylist responsável pela produção de moda de diversas revistas femininas. Juntos, Isabella Fiorentino e Arlindo Grund irão comandar a nova atração do SBT, Esquadrão da Moda, com estréia marcada para o dia 3 de março.

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Inspirado no programa original, What Not To Wear, exibido no Discovery Home & Health, na tv a cabo, a idéia é transformar o guarda-roupa de uma pessoa que precise muito rever o seu estilo. E quando o assunto é dar dicas de como saber se vestir, explicar o que está na moda, e ensinar qual peça favorece cada tipo de corpo, esses dois, que são verdadeiros especialistas, podem passar horas tagarelando.

E para aprender a não fazer feio na hora de desfilar por aí com um figurino, o Terra promoveu um bate-papo informal entre Isabella Fiorentino e Arlindo Grund.

Isabella Fiorentino - Arlindo, você é pernambucano e vai apresentar um programa nacional. O que você poderia destacar sobre o ramo da moda da sua terra natal?
Arlindo Grund - Na verdade, o que está vindo de Pernambuco é algo muito novo. Um grande destaque é o trabalho das rendeiras. Muitos estilistas estão usando esse material em suas peças. O mais engraçado é que o metro lá sai por volta de R$10 e você chega a encontrar um vestido no exterior, feito com a mesma renda, por R$10 mil euros. E em Toritama, município brasileiro do estado de Pernambuco, há um dos maiores pólos de jeans do Brasil. Eles exportam muito. Aliás, eles só ficam atrás de São Paulo.

IF - Em falar em jeans, acho importante que a mulher invista em uma boa peça como um modelo tradicional, reto. Outra peça que recomendaria para não faltar no guarda-roupa é um blaser bem cortado e com um tecido de qualidade. A dica é: um botão para as magrinhas e dois ou três para quem tem mais peito. Essa peça fica bem com jeans, saia e até bermudinha. Com um vestido leve também combina.
AG - Eu já acho que a mulher tem que ter um jeans reto, uma calça de alfaiataria e uma camisa de tricoline. Sem essas três peças, ela não pode chamar seu armário nem de guarda-roupa. Mas me conta uma coisa, você que tem um estilo romântico assumido, com roupinhas no estilo 20, como está reagindo a essa mudança na estação que traz tendências mais para o estilo punk?
IF - Eu não vou mudar o meu estilo de jeito nenhum. O que eu posso fazer é adaptar. Eu tenho momentos mais clássicos, mas é claro que isso cansa um pouco. Não dá para usar manga bufante sempre, por exemplo. Mas eu posso pegar algumas peças com algum estilo mais punk como uma jaqueta de couro pesada e usar com jeans e sapatilha. Vou adquirir peças que valorizem o meu tipo de corpo e que combinem comigo. Você não vai me ver com uma botina de motoqueiro.

AG - Quando o assunto é estilo, acho que o mai difícil para uma pessoa é descobrir quais são as peças que caem bem nela. E para isso acontecer, ela precisa encontrar o estilo dela, se é executivo, clássico ou o que ela definir. Depois, fica mais fácil. O difícil mesmo é quando a mulher acha que está bem-vestida, mas não está. A mudança tem que acontecer de dentro para fora.
IF - Acho que dificuldade a mulher até vai encontrar. Mas ela precisa saber o que combina com ela. Não dá para querer ser a executiva com minissaia, decote e barriga de fora. É preciso entender que a nossa roupa conta quem a gente é. É possível desvendar características através dela. Saber se a mulher é solteira ou casada, grau de escolaridade. A roupa é uma comunicação não-verbal.

AG - Outra coisa importante é saber combinar o que está usando com os diferentes tipos de ocasião. Não dá para ir a um casamento de tênis ou para uma festa despojada com um vestido de crepe de seda. Nesse caso, as pessoas vão rir de você e não com você.
IF - É complicado porque a pessoa que é brega nunca acha que é. Uma dica é perceber se você é o centro das atenções pelo lado ridículo da coisa ou pelo fator admiração. A mulher deve adequar as peças ao seu tipo de corpo. Tem entender seus defeitos e as partes que merecem destaque. Recomendo que a pessoa fique nua na frente do espelho para estudar o seu corpo. Analisar se tem quadril largo, ombros estreitos, uma barriguinha... Combinar as peças já é outro nível. Mas para começar, anote: peças escuras escondem e estampas e peças claras chamam a atenção para aquela região do corpo. Então é só apostar no que irá valorizar seu corpo. Afinal todo mundo tem uma coisa boa para mostrar.
AG - Minha dica é se olhar no espelho antes de sair e se sentir totalmente exuberante. Se mesmo assim restarem dúvidas, apareça lá no Esquadrão da Moda que a gente dá uma forcinha.
 
Redação Terra