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Moda
Domingo, 25 de julho de 2004, 15h23 
Camisetas continuam a fazer a cabeça da juventude
 
XPress Brasil/Especial para Terra
Mercado nacional produz 450 milhões de peças anualmente e gera 400 mil empregos diretos
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Meio de expressão de idéias a partir da década de 60, as camisetas surgiram para poupar a camisa do desgaste da transpiração ou como proteção a mais contra o frio. Hoje em dia, além de ser uma peça-chave no guarda-roupa, é um negócio extremamente lucrativo.

De acordo com a socióloga Sílvia Simas, em texto publicado no livro a História das camisetas, publicado pela Hering e com distribuição dirigida, o mercado brasileiro de camisetas chega a produzir 450 milhões de peças anualmente, gerando 400 mil empregos diretos. "Fazendo as contas, cada brasileiro teria no seu guarda-roupa, em média, quatro novas camisetas por ano. Uma proporção que muitos segmentos estão longe de alcançar", explica Sílvia Simas.

Segundo a socióloga, trata-se de um mercado que tem seu consumo distribuído igualmente entre homens e mulheres. "As classes A e B respondem por 20% das vendas; a classe C por 30% e os 50% restantes são divididos pelas classes D e E", aponta.

A pesquisa mostra ainda que o principal consumidor das camisetas é o jovem. "Cerca de 30% dos seus consumidores são crianças até 10 anos; 40% são jovens dos 11 aos 24 anos; 10% de 25 a 34 anos e 20% acima dos 35 anos".
 

Correio da Bahia