 |
|
 |
|
|
 |
| Moda |
 |
 |
Quinta, 7 de dezembro de 2006, 17h28 Modelo brasileira é barrada em desfile por estar muito magra |
|
|
| Lucas Lima/Especial para Terra |
 |
| Karine não desfilou na Semana da Moda de Milão por estar com o IMC abaixo do ideal |
 |
|
|
|
|
O mundo da moda parece estar disposto a acabar com a "ditadura da magreza" imposta pelas passarelas, e já começou a tomar atitudes para evitar que as modelos muito abaixo do peso continuem trabalhando.
Foto ampliada:
» Karine Graff 
Veja também:
» "As pessoas recriminam minha mãe na rua", diz modelo
» "Nunca vi caso de anorexia na moda", diz Paulo Borges
» "Anorexia é coisa de louco", diz Mariana Weickert
Países como Espanha e Itália já estão barrando as "magrelas" e uma delas foi a modelo Karine Graff, 16 anos, que não desfilou na Semana da Moda de Milão, em setembro passado, por estar com o IMC (Índice de Massa Corporal) abaixo do ideal.
A 3ª colocada no concurso Tic Tac Mega Model 2005 tem 1,79m e 53kg. O peso ideal para a altura de Karine seria, no mínimo, 59kg. "Não desfilei em Milão porque minha massa corporal estava abaixo do que era exigido pela organização do evento", comenta a modelo.
De acordo com Karine, ser magra sempre foi natural para ela. A modelo nunca fez dieta e conta que tem muita dificuldade para ganhar peso. "Já tentei engordar, mas não consigo", garante.
No Brasil, Karine disse que as coisas também estão mudando. Na Mega, agência onde trabalha, o cuidado com a alimentação aumentou e o acompanhamento médico das garotas é controlado. "Eles estão exigindo atestado de saúde mensal de todo mundo. Também servem almoço e janta todos os dias, com uma dieta elaborada por nutricionistas", comenta.
|
Redação Terra
|
 |
|
|
|
 |
|
|