
Atualizada às 23h10
Marcella Virzi prometeu Matrioshkas, influências russas e muitas mulheres representadas pelas bonequinhas encaixadas, tão folclóricas e típicas. Delas, vimos alguns galões de rosas com lurex, aplicados sobre casacos curtos ou alinhados na lateral das calças pretas.
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De russo, na verdade, o que a Virzi mostrou mais foram os longos, curtos e blusas cortadas em tiras, dobradas sobre as peças, em cores como vermelho, verde, preto ou marfim, que podem ser atribuídas às referências nos balés de Nijinsky, os faunos e as fadas.
Para eles, sim, tinha tudo a ver o labirinto de sebes verdes que fazia o cenário e o equilíbrio da bailarina Danielle Rodrigues, da cia. Deborah Colker, sobre as sebes, no final do show.
Marcella volta a mostrar sua moda requintada, com modelagens elaboradas, junto com trechos de cultura, como já fez com árias de ópera nos seus primeiros desfiles.
É uma boa mistura, e ficou objetiva e simples graças à direção de Gilberto Gawronsky, conhecido diretor de teatro. Mais um profissional de teatro que troca os palcos pelas passarelas, como já fizeram Alberto Renaux e Bia Lessa.
Especial para Terra
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Marcio Nunes/Photo Rio News
Marcella volta a mostrar sua moda requintada, com modelagens elaboradas
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