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 Winits encarna pinup no desfile de Athria Gomes |
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A sexta-feira promete ser longa no Museu de Arte Moderna (Mam), que abriga a edição de verão do Fashion Rio. O dia começou com a apresentação de cinco novos talentos que desfilaram em conjunto no projeto Rio Moda Hype. As grifes Charllote, Kylza Ribas, Soul Seventy, Athria Gomes e Flesh Beck Crew conseguiram levar Carol Castro e Danielle Winnits à passarela e fizeram uma mistura de influências, que abordaram de literatura a mendigos.
Veja fotos!
» Desfile da Charlotte
» Desfile da Soul Seventy
» Desfile da Flesh Beck Crew 
» Desfile da Athria Gomes 
» Desfile Kylza Ribas 
Assista aos vídeos!
» Desfile da Charlotte 
» Desfile da Soul Seventy 
» Desfile da Athria Gomes 
» Desfile da Kylza Ribas 
A abertura da apresentação ficou com a Charllote, que usou Bob Dylan como inspiração, e teve listras e florais na estampa, babados e brilhos para enfeitar, vestidinhos curtos e rodados em tons de azul marinho, vermelho, amarelo, verde, preto e branco - tudo em tom meio folk. Os coletes, camisões, shorts, batas e camisas vieram em jeans, tricoline, malha e brim.
A Soul Seventy democratizou a passarela e colocou as amarrações dos mendigos na passarela, mas não deixou de colocar uma estrela na apresentação. A atriz Carol Castro mostrou o espírito da grife, que apostou em calças largas, com bolsos, amarrações, camisas pintadas à mão em cores desgastadas e em tops sujinhos nas cores marrom, verde e cinza. Os vestidos são rodados e cheios de bolsos pendurados para todo o tipo de necessidade.
Na seqüência, Athria Gomes mostrou pinups e colocou Danielle Winnits para desfilar um modelito que tem a cara desta coleção. A atriz usava vestido curto e rodado preto com bolinhas brancas em salto altíssimo e boca pintada de vermelho - típico glamur de Hollywood. Mas tinha mais: calças cigarretes em cintura alta e marcada, shortinhos em alfaiataria com camisas de marinheiro e saias retas e justas na altura dos joelhos num perfeito mix de anos 50 e 60.
Kylza Ribas teve como inspiração a escritora Clarice Lispector. As peças traziam a elegância vintage misturada às inúmeras viagens de Clarice. A influência foi traduzida em estampas de selos e frases que faziam as estampas. As cores eram em lavanda envelhecida para verde, azul, rosa e cru. Os vestidinhos ganham brilhos, plissados e babados em camadas. As bermudas ganham volume no quadril e as camisas, listras delicadas e mangas bufantes.
O Moda Hype encerrou com Flesh Beck Crew e os manos do hip hop que fizeram grafite em plena passarela. Tudo é feito para essa tribo, com suas calças largas e de cintura baixa para deixar a cueca samba-canção à mostra, bolsos amplos para colocar a lata de tinta, camisetas descoladas com letras das tribos pichadoras. Na cabeça, "bombetas" e chapéus para combinar com o cinto de tecido caído pela perna.
Neste sábado tem mais Rio Moda Hype, com a apresentação de mais quatro novos estilistas. Sobem à passarela, Felipe Eiras, Carpe Diem, Marciana, Kooture e Madre Santa.
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