| Celso Ávila/Especial |
 |
| Decotes e cores no desfile da Maria Bonita |
 |
|
|
|
|
» Veja as fotos do desfile
» Fotos dos famosos do 1º dia
Foi um desfile sem meios termos. Tecidos? sempre leves. Cores sempre fortes, à exceção do cinza. Platéia? Globais e outras estrelas.
E quem disse que brilho nas roupas só pode ser usado à noite? A maioria das peças veio carregada de brilho. A Maria Bonita não teme em reluzir sob o forte sol do verão brasileiro. A intenção é essa mesmo.
Camisetas, macaquinhos e calças-pescador são os itens básicos eleitos pela grife. Calças com bolsos, com modelagem larga e confortável marcam a mulher da grife. O corte da coleção é reto, básico para o calor do Brasil. A estilista Danielle Jensen brinca com as textura e cores. As estampas usam retingimentos, manchas e interferências. Cada detalhe das organzas, crepes, linhos e algodões recebe tratamento especial - seja tecnológico, seja artesanal. A mulher que vestir Maria Bonita também vai mesclar texturas foscas nas camisetas, coletes, paletós, saias curtas e calças largas. A relação de Danielle com a grife já tem cinco anos, desde quando ela ainda era estudante de moda. Ela era assistente de criação de acessórios - uma função aparentemente contrastante com a simplicidade que sua coleção apresentou hoje. Depois de passar por vários setores, assumiu a linha noite, desenvolvendo principalmente a criação de bordados especiais. Ao se formar, foi para Paris, com uma bolsa da Esmod. ao voltar, a forte identidade de Danielle com a Maria Bonita fez com que ela se tornasse assistente direta da marca. A coleção da grife para o verão 2004 é a primeira com a assinatura de Danielle.
|