
Atualizada às 20h57 Lívia Souza
Direto do Rio de Janeiro
Com a migração de algumas marcas que antes faziam parte da semana carioca para o line-up do SPFW, vagas ficaram em aberto, por isso, tantas estréias nesta edição do Fashion Rio. A última a se apresentar foi a Francisca, grife comandada pela pernambucana Virgínia Falcão, que trouxe para a passarela referências das culturas africana e indiana mescladas ao universo nordestino.
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Em tecidos e formas simples, a estilista desenvolveu suas peças, seguindo o que ela chama de "ritmo da linha balneário". O algodão, linho e seda, além do material feito a partir de fibra de PET reciclada, dão forma a túnicas e vestidões soltos do corpo.
Para aquecer, o tricô vem em blusas desestruturadas e casacos. E um detalhe característico da grife é o xale rendado, um trabalho manual típico de Recife.
O corte de alfaiataria está presente no blazer, que compõe produções casuais. A lista de opção inclui ainda o longo macacão e coletes.
Os acessórios são atrações à parte. O chifre de boi é trabalhado e dá forma a pulseiras, brincos e colares. Nos pés, é sugerida a confortável rasteirinha, feita em couro de peixe e pêlo de bode.
Terra
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Ricardo Leal/Photo Rio News
Francisca buscou inspiração nas culturas africana, indiana e nordestina
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