
Atualizada às 23h48
Acreditam que hoje descobri a verdadeira graça da Cia. Marítima? É a saída-de-praia, como se dizia antigamente, quando ainda não havia o pós-praia, o night-beach, etc. Muito melhores as túnicas de renda, os vestidinhos brancos, os longos exuberantes, os saiotes, do que os biquínis com laterais de metal, correntinhas e outros detalhes. Não que sejam ruins ou feios, mas são normais, enquanto a nova renda da Rosset é inovadora, com uma referência antiguinha, meio baiana, meio mãe-de-santo, enfatizada pelos cordões e pulseiras de prata do Guerreiro.
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» Murilo Rosa desconcentra mulher na passarela da Cia. Marítima
Como fundo, a passarela e os troncos negros da cenografia assinada por Daniela Thomas e Felipe Tassara, e a trilha contagiante com Roberto Carlos cantando seus hits.
Iesa está na área da moda desde o final dos anos 60, quando começou no Jornal do Brasil como ilustradora. Passou para a produção e redação nos anos 70. Trabalhou na revista Desfile, na sucursal das femininas da Editora Abril em 80, mas voltou ao JB como editora da revista Domingo.
Há 12 anos abriu o site www.estiloiesa.com.br e em 2001 criou o curso de Jornalismo de Moda no Senac Rio.
Especial para Terra
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André Muzell/Photo Rio News
Gianne Albertoni exibe um biquíni da nova coleção da Cia. Marítima
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00h27 » Começo e final foram acertados