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| Casa de Criadores |
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Segunda, 19 de janeiro de 2004, 12h10 |
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| Nudez e androgenia marcam 2º dia da Casa |
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Galeria de fotos |
Cecília Echenique levanta uma velha questão: moda é arte?
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| Reinaldo Marques/Terra |
Cecília Echenique levanta uma velha questão: moda é arte? Clique na imagem para ver as fotos
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| » Moshe |
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Dizem que uma imagem diz mais do que mil palavras. O segundo dia da Casa de Criadores, trasmitido ao vivo pela TV Terra, fez valer o velho ditado. A passarela no Shopping Frei Caneca, em São Paulo, foi palco das mais distintas imagens. Para começar, a grávida de turbante e com os seios de fora da Moshe. A marca veio com a proposta de explorar as diferenças entre culturas e religiões na sua moda streetwear esportiva.
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» Moshe
» Cecília Echenique
» Priscilla Darolt
O estilista Maurício Pollacsek destacou faixas e amarrações das artes marciais; tiras de veludo, fitas de cetim e muitos outros elementos do judaísmo ortodoxo. Moedas, pingentes, cadarços, cintos de macramés e gorros de crochê vieram do Marrocos, assim como joelheiras, acolchoados, tecido sintético e design de fogo, do motocross.
Cecília Echenique veio com suas meninas misteriosas para mostrar que moda também é arte. Algumas delas desfilaram com molduras de quadros na mão. O artesanato é forte na coleção, bem ao estilo da estilista. Os vestidos em camadas e tecidos fluídos apareceram. As cores apareceram da mais clara para a mais escura. Os tons vão do branco ao marrom, passando pelo rosa.
Foi justamente o inverso que fez Priscilla Darolt, ex Head Red Loves P., marcou a estréia de sua grife própria com looks sombrios e andrógenos. O preto domina a coleção, mas no decorrer do desfile foi dando espaço às cores mais claras, como o branco.
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Redação Terra
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